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Desnorte

Os polos magnéticos da Terra estão a inverter a sua polaridade, um processo lento que já dura há muito tempo e que tem vindo a acelerar. Não há certeza de como isso poderá afectar a vida tal qual a conhecemos, mas o fenómeno não é novo e ocorre de forma cíclica. 


Desnorte, é uma instalação que explora uma série de relações entre leis básicas da física como proposta para um cenário aparentemente utópico, que questiona aquilo que tomamos por verdade absoluta. 


Desnorte, 2020

Tubo de PVC, água, recipiente de plástico, íman, pena, arame, motor, madeira, rolamento, roldanas e cordão;

Dimensões variáveis.

Carlos Mensil (Santo Tirso, 1988) vive e trabalha no Porto. No seu trabalho tem vindo a explorar as potencialidades estéticas e estruturais de materiais fora do seu contexto habitual num território de questionamento conceptual; o que se vê são cenários de aparentes possibilidades, ou impossibilidades, sendo alguns jogos de ilusão uma espécie de plano alternativo de que se serve para pôr em perspectiva a noção de arte contemporânea e a sua transversalidade para outras áreas do conhecimento. É licenciado e mestre em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. É membro co-fundador do colectivo independente Campanice. Expõe regularmente desde 2010 e das individuais recentes destacam-se Um tempo sem medida, em 2020, na NO·NO Gallery (Lisboa), And from the dust it shall return, em 2019, na Travessa da Ermida (Lisboa) e Pensar no vazio, em 2018, na Galeria Presença (Porto). 

Autor

Carlos Mensil

Tipo

Instalação

Data

Novembro 2020